domingo, 15 de novembro de 2009

NOVAS TECNOLOGIAS E O PAPEL DO PROFESSOR

        " O computador já é um elemento natural ao ambiente escolar, mas a sala de aula ainda esta baseada na comunicação oral e centrada no professor". (RODRIGUES, Gabriel Mario)
          Concordo com o autor, pois em face das realidades existentes, na maioria das instituições educacionais do nosso estado (RS), ainda temos muito à conquistar, infra estrutura, espaço, e principalmente na  qualificação da  formação de professores. Este por sua vez , precisa desagregar-se dos métodos tradicionais e enfrentar   as novas proposta pedagógicas , que estão revolucionando o mundo.
           A tecnologia permite a acessibilidade de informações com uma velocidade instântanea e uma interação significativa ,  desde que o professor exerça o seu papel com responsabilidade e comprometimento, permitindo assim ao aluno construir o seu próprio conhecimento de forma democrática e reflexiva.
Fonte de pesquisa: http://www.milenio.com.br/aeee/professores/Novas
Sugestão de Leitura: Aprendizes do Futuro. As inovações Começaram - Autora:  Lea da Cruz Fagundes
Sugestão de Pesquisa: Blog sobre Educação.
Postado por:  Mara  Thomas

A importância das tecnologias na educação



O vídeo mostra a importância do crescimento das tecnologias na vida dos nossos alunos, pois atráves da educação digital as crianças aprendem a aprender.

Fonte de consulta:http://www.youtube.com/watch?v=epxv9W7bgOA&feature=related

Postado por Maria das Dores em 15/11/2009.

Educação x Tecnologia



Este vídeo mostra a situação que nós profissionais da educação nos encontramos atualmente, e também nos convida a fazer uma reflexão de como podemos nos encontrar daqui há alguns anos. De acordo com Veen & Vrankking (2009)"Consideramos qualquer pessoa que não use a tecnologia da comunicação como alguém que ficou para trás".

Vídeo extraído do site: http://www.youtube.com/watch?v=0Z2VnWfe33M&feature=related

Postado em 15/11/2009 por Maria das Dores.

sábado, 14 de novembro de 2009

Plugados no mundo tecnológico

Uma mão no teclado do computador, a outra no celular. Um olho de canto na televisão ligada e o outro no que está digitando no MSN. Se a mãe perguntar alguma coisa nesse exato momento, o máximo que ela vai ouvir será um "aham". Este é o típico jovem multimídia, ligado em tudo ao mesmo tempo e, ainda assim, sem prestar atenção em nada do que está fazendo.

Veja em qual dessas gerações você se enquadra?

Geração Y
A chamada geração Y é formada por jovens adultos nascidos entre os anos 1978 e 1988. São consideradas pessoas dinâmicas, antenadas, inquietas e muitas vezes impacientes, que cresceram jogando videogame e acessando a internet. Dentre os mais de 2,9 milhões de links relacionados à Geração Y listados no Google, um deles define este grupo como jovens que trabalham melhor em equipe e que procuram empregos que ofereçam flexibilidade de horário e planos de carreira, querendo reconhecimento e promoções o mais cedo possível.

Geração C
Essa galera que já nasceu "online" foi denominada Geração C, que vem de conteúdo, de conectada. É um grupo que não conheceu o mundo sem internet, iPod, câmeras digitais, que escolhe o que quer assitir no YouTube e baixa suas músicas preferidas ao invés de comprar o CD na loja. Os "C" não se contentam apenas em assistir ao noticiário ou ler o jornal, eles querem compartilhar, criar e criticar. Para isso, contam com ferramentas aliadas, como blogs, microblogs, fotologs e redes sociais (Facebook, Orkut e afins).

Trecho extraído de reportagem extraído do Jornal Vale dos Sinos, em 12 de novembro de 2009.

Podemos refletir muito sobre as colocações acima enquanto educadores. Pois nos deparamos com diferentes gerações, de diferentes realidades, que trazem uma vivência tecnológica bastante diferenciada da nossa.
Temos a grande responsabilidade de contribuir para a construção do conhecimento de cada aluno, visando seus interesses, valores, bem como sua forma de interagir com o mundo.
Saliento que precisamos cada vez mais nos interar com as novas tecnologias, pois os alunos de hoje serão os cidadãos adultos de um futuro próximo, que levarão consigo muitas das vivências escolares refletidas em suas atitudes, e que sejam prioritariamente positivas!

Postado por Márcia Regina da Silva.

domingo, 8 de novembro de 2009

Agora seu Jornal VS está completo na web

Leitores podem assinar versão virtual integrada ou independente

Os leitores do Jornal VS já podem acompanhar todas as notícias da edição em qualquer lugar e a qualquer hora. O Grupo Sinos lançou ontem o novo Jornal VS Virtual, que é uma réplica do exemplar impresso, com as reportagens, artigos, charges, cadernos, anúncios e o ABC Classificados. No portal www.jornalvs.com.br, os internautas podem assinar o novo serviço e folhear o jornal na tela do computador, ler as páginas, buscar edições anteriores, pesquisar, procurar oportunidades e ainda imprimir aquilo que for mais interessante.
Segundo o diretor do Jornal VS, Fernando Anschau, o novo Jornal VS Virtual apresenta diversas melhorias no serviço que antes era oferecido como cortesia, com uma versão mais moderna que acompanha as tendências da web 2.0. "O Jornal VS que o leitor recebe em casa, agora pode ser lido no computador em um ambiente leve e agradável que facilita a navegação". A página apresenta uma navegação mais fácil, conta com um acervo desde agosto de 2007, permite a pesquisa por palavra-chave dentro da edição e ainda dixa no ar por sete dias os anúncios de ABC Classificados.
PORTAL- O diretor do Jornal VS esclarece ainda que o novo serviço é diferente do www.jornalvs.com.br, que é um portal de notícias e variedades, com atualização minuto a minuto e interatividade, gratuito aos internautas.
Outra vantagem está nas assinaturas integrada ou independente das edições impressa e virtual. Segundo a analista de marketing Luciane Mineiro, é possível optar por planos de acordo com a necessidade do leitor. "Pode-se escolher somente receber o jornal em casa, apenas visualizá-lo na tela do computador ou, ainda, ambos", salienta.
Os assinantes de planos trimestrais, semestrais e anuais seguem com acesso ao Jornal VS Virtual até o fim de seus contratos. Já quem tem assinatura de cinco e dez anos, segue com o serviço gratuitamente. A todos os internautas, está disponível uma edição de demonstração para experimenter a novidade no site.

Reportagem extraída do Jornal VS em 05.11.2009.

Quando que imaginaríamos uma novidade destas até pouco tempo atrás?
Ter acesso a um jornal na íntegra através do computador torna-o mais prático e acessível para muitas pessoas, que interagem bastante tempo do seu dia no computador.
Além diso pode-se pesquisar em edições passadas e imprimir trecho que interessam mais.
Também vale destacar que há diferentes planos de assinatura para optar, sendo que tem uma edição disponível para todos que quiserem vivenciar para poder identificar-e ou não com o nvovo formato de jornal. Vale a pena experimentar!
Para concluir, podemos refletir sobre a informatização em sala de aula, que está cada vez mais próxima e que acompanha a evolução da sociedade como um todo.

Postado por Márcia Regina da Silva.

sábado, 7 de novembro de 2009

O amadorismo no ensino digital

A maioria dos professores é comprometida com o ensino e com a aprendizagem de seus alunos, como o contexto escolar e social, porque leva a sério sua tarefa pedagógica e ama o que é e o que faz.
Freire nos admoesta ao afirmar que ‘A esperança com que a autoridade docente se move implica uma outra, a que se funda na sua competência profissional. Nenhuma autoridade docente se exerce ausente desta competência. O professor que não leve a sério sua formação, que não estude, que não se esforce para estar à altura de sua tarefa não tem força moral para coordenar as atividades de sua classe’ (Freire, 2007, p. 91-92).
Quando se trata de ensino digital, os educadores, em sua grande maioria, continuam sendo amadores. Como a sua formação intelectual era ou é do etilo analógico, mostram-se resistentes às novas exigências digitais. Ao comparar a profissão docente pedagógico com outra profissão do mercado de trabalho, sobretudo de empresas multinacionais, podemos perceber que esta é altamente competitiva ao passo que a profissão docente, em geral, não o é. Muito menos no método do ensino digitalizado.
O que aconteceria se uma instituição escolar exigisse uma qualificação profissional digital ao corpo docente, caso contrário, este estaria desempregado? Será que este fato não ‘acordaria’ os educadores a saírem do seu cômodo ninho? Será que já não é oportuno que todo professor tivesse uma mínima formação tecnológica digital quando os seus educandos já a têm? Se não convém que um cego guie outro cego, como pode, então, um cego guiar a um que vê?
Para o ensino e a aprendizagem de qualidade e de projeção para o futuro não basta simplesmente ter as ferramentas adequadas, requer, outrossim, pessoas qualificadas, competentes e profissionais também nesta área. Requer pessoas em busca do ‘Mais’ (Freire, 2007), insaciáveis e apaixonadas pelo ensino modernizado. ‘Todos devem saber tudo sobre seu trabalho ou serem capazes de aprender as últimas novidades rapidamente e depois aplicá-las a novas ideias para a criação de valor’ (Veen e Vrakking, p. 23), serem criativos, flexíveis e sempre atualizados.
Você que é professor\a ou deseja sê-lo, assista a um desses vídeos O amadorismo no ensino digital e deixe-se questionar, sobretudo se for um educador tradicional. Pois, dentro de poucos anos esta mesma exigência à competência será fundamental numa escola séria, voltada a atender as inquietações dos seus educandos e preocupada com os futuros protagonistas e líderes da sociedade – o atual aluno.
Referências
VEE, Wim e VRAKKING, Ben, Homo Zappiens, educando na era digital, Artmed, Porto Alegre, 2009.
FREIRE, Paulo, Pedagogia da Autonomia, saberes necessários à prática educativa, Paz e Terra, São Paulo, 2007
PEREIRA, Rogério, http://www.rogeriopa.com/blog/2009/05/o-amadorismo-do-ensino-digital/ 07 – 11 – 2009.

Gabriel Schuh

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Liberdade limitada ou limitada liberdade?

Em linha de máximo tudo nos é possível, na realidade, porém, nem para tudo somos capazes. ‘Capazes’ no sentido de fazer, ver, comer, conhecer, sentir, ... de tudo. Na escola tradicional onde o professor e o livro são os protagonistas do ensino e da aprendizagem a criança é formatada e reduzida ao cérebro. Ela deve reter certas informações ou saber um determinado tipo de assuntos considerado importante do ponto de vista do adulto.
Será que numa escola progressista (Paulo Freire 2007) ou com o uso dos recursos digitais – uma sala de aula totalmente informatizada - e em rede as crianças têm a total liberdade e\ou seriam capazes para tudo?
Mesmo que tudo nos seja possível, que todas as portas nos estejam abertas, que nada de fora nos atrapalhe, etc. estaremos limitados em nós mesmos. Esta ‘incapacidade’ tende aumentar cada vez mais, porque são tantas novidades e inovação que surgem a cada dia. Ninguém consegue acompanhar tudo e muito menos dominá-las.
Seja a criança, ou seja o adulto, todos temos limites, além do mais, um impõe limite no outro, um cobra o limite do outro bem como cada parte estimula e provoca o outro a superar o seu habitual limite.
Com os recursos tecnológicos digitais de comunicação e de entretenimento as possibilidades e as capacidades individuais e coletivas aumentam, mas não nos favorece o domínio sobre estes próprios recursos e nem sobre outra situação ou sobre outro ser.
Temos, por um lado, a impressão de que a tecnologia esteja libertando o ser humano, potencializando-o a se comunicar com todos e a qualquer momento, que ele esteja interagindo bem mais e também qualitativamente é de senso comum, por outro lado, porém, continua vinculado ao que alguns ou alguns grupos põem e oferecem como recursos tecnológicos. A criança, por exemplo, é bem mais digitalizada ou cibernética, ela se apropria desse bem de consumo e de comunicação de acordo o que ali lhe é dado, continuado, desta forma, limitado a isto.
Por outro lado, a criança que não tem acesso aos recursos cibernéticos está ainda mais limitada e menos capaz de se libertar e, consequentemente e possivelmente, criar. Posso, portanto, concluir que, a pesar de que a tecnologia está revolucionando a aprendizagem das crianças em particular, não passa de um meio limitado que pode\deve aproveitado para potencializar as nossas possibilidades e capacidades. É desta forma, o inacabamento que nos levará à utopia, a vir a ser de Paulo Freire, 2007.
Leia também o breve texto O MENINO a fim de perceber o quanto uma professora tradicional pode fazer com os seus alunos. Reflita esta história tendo como chave de leitura uma\esta professora comportamentalista dando aulas\coordenando uma aula totalmente informatizada, será possível?

Postado por Gabriel Schuh